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Motos da minha vida

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Apesar da minha profunda paixão por motos, não são muitos os modelos que pilotei. Comecei com uma cinquentinha ainda sem tirar carta, comprada pelo meu pai. Depois passei a pilotar uma setenta e cinco. Pilotei uma CG azul clarinho daquelas com o bocal do tanque meio para o lado. Pude passear em uma Honda ML preta com letras do nome em dourado. (O que deixava ela ainda mais bonita do que a que está na foto) Pouco tempo depois meu pai comprou nossa primeira mobylette, uma dourada e de segunda mão. O proprietário fez questão de conhecer nossa família para ver se ela ia ficar em boas mãos. Na época da passagem do cometa Halley já estavamos com mais uma mobylette em casa, uma branca XR e fomos de noite para o campo, para ver melhor o cometa (que no final se revelou apenas um leve pontinho fumacento no espaço). Quando consegui meu primeiro emprego (sem ser na empresa do meu pai) eu passei a usar a mobylette dourada dele. Para fazer cobranças e algumas entregas como o ...

Celulares da minha vida

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A minha maior dificuldade para encontrar uma imagem de cada um dos celulares que já tive, além de ter que lembrar os nomes dos modelos, foi a achar a imagem do meu primeiro celular! Enquanto não acho uma imagem melhor, segue com uma pequenina imagem! Em ordem cronológica: Ericsson GH218 Depois de me inscrever no plano de expansão de celulares da TELESP e ficar meses na fila de espera, em 1996, ganhei da TELESP Celular o direito de comprar minha primeira linha de celular (sim, naquele tempo a linha era comprada) Paguei algo em torno de R$ 1.600,00 para ter a linha. Escolhi o Ericsson GH218 como meu primeiro celular e para manter ele funcionando 24h por dia, comprei mais uma bateria de 4 horas de standby, uma bateria de 8 horas de stand by, uma antena longa, um carregador veicular e mais um carregador de mesa. Uma simpática capinha de couro, também comprei para cuidar do querido celular. O número da linha era (16) 981-8476 e a tecnologia era a AMPS. Motorola PT950 P...

Microcomputadores da minha vida

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Sempre fui fascinado pelos botões piscantes dos computadores enormes dos filmes antigos de ficção cientifica! Vibrava quando via as atores programando e reprogramando os computadores nos filmes, como Viagem ao fundo do mar, Túnel do Tempo, Perdidos no Espaço, Star Trek, Galáctica, Guerra nas Estrelas e muitos outros. Até que em meados de 1900ebolinha, me inscrevi para um curso de computação. Antes da primeira noite de aula, não tive coragem de mexer no microcomputador, ou devo dizer, fui sensato, e fiquei somente olhando um outro futuro colega, teclando, teclando, teclando uma longa narrativa de uma aventura militar. Ele passou mais de uma hora teclando, coçando a cabeça e tentando entender o que estava acontecendo de errado, já que o microcomputador não estava executando o "game" que ele desejava. Somente quando o professor chegou para a aula é que ele foi avisado que não bastava escrever em português a narrativa de uma história, para que o microcomputador criasse um ...